Demanda diminui e preço da gasolina cai para menos de R$ 4 em Campo Grande

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Queda na demanda por gasolina no mercado fez com que o combustível registrasse nova queda de preços nas bombas, já sendo encontrado por menos de R$ 4 em Campo Grande. A procura diminiu devido as medidas de isolamento social no enfrentamento a pandemia do coronavírus e, mesmo na semana em que houve a reabertura do comércio, preço médio continuou na tendência de baixa.

Presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse, na última sexta-feira (3), que o mercado brasileiro registrou queda de 50% a 60% na demanda. Além disso, no mês passado, a estatal anunciou quatro reduções de preços nas refinarias, que somadas chegaram em 35%.

Pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP) aponta que, no sábado passado (4), preço médio da gasolina era de R$ 4,260, com o litro podendo ser encontrado entre  R$ 4,099 e R$ 4,499 nos postos da Capital.

Nesta semana, a ANP não divulgou pesquisa, mas levantamento realizado pelo Correio do Estado nos postos encontrou o litro da gasolina comercializado a R$ 3,98. Considerando o preço médio, a redução é de -6,56%. Já no comparativo com o menor preço, retração é de -2,90%.

No Estado, preço médio registrado até o último sábado, quando foi divulgada a última pesquisa, era de R$ 4,365. O menor valor encontrado foi de R$ 3,829, em Três Lagoas, e o maior por R$ 4,996, em Corumbá.

Retração começou a ser observada a partir do dia 21 de março, na semana em que foram decretadas medidas de restrição de circulação para conter o avanço do contágio do coronavírus. A medida diminuiu o número de veículos circulando nas vias.

Antes Da medida, preço médio da gasolina era de R$ 4,527 no Estado, o que representa queda acumulada, em dinheiro, de R$ 0,547 por litro, ou -12,08% na variação percentual.

Correio do Estado entrou em contato com o diretor-executivo doSindicato dos Revendedores de Combustíveis de MS (Sinpetro), Edson Lazarotto, para saber quais as tendências para o preço dos combustíveis nas próximas semanas e avaliação sobre a queda do preço nas bombas, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem

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