Moderna, Oxford e Sinovac

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laboratório Moderna, que também anunciou resultados eficazes da sua vacina de RNA, afirmou nesta quinta-feira que espera ter entre 100 e 125 milhões de doses disponíveis no primeiro trimestre de 2021. Destas, um pouco mais de 85% ficarão nos Estados Unidos. Ao longo do ano, assim como a Pfizer, a Moderna espera produzir um bilhão de doses.

O laboratório britânico AstraZeneca e a Universidade de Oxford, depois de anunciarem uma eficácia de entre 62% e 90%, em função da dose, continuam trabalhando para completar os estudos e resolver as dúvidas manifestadas pelo diretor-científico da operação norte-americana para a aceleração do desenvolvimento de uma vacina, Moncef Slaoui. Ele ressaltou que a eficácia de 90% foi observada apenas em um ramo do ensaio clínico de Oxford com 2.700 pessoas, todas elas menores de 55 anos. O neurocientista Menelas Pangalos, vice-presidente da AstraZeneca, confirmou esse dado. Os responsáveis pela pesquisa britânica ocultaram a informação da idade em seus comunicados, por isso se questionou a autêntica eficácia da inoculação nas pessoas mais velhas, as mais vulneráveis.

No Brasil, onde a vacina Coronavac é produzida com uma parceria entre o laboratório chinês Sinovac e o Instituto Butantan, resultados finais de eficácia devem ser apresentados até o dia 15 de dezembro. Os planos do Governo João Doria (PSDB), em nova frente de polarização com o presidente Jair Bolsonaro, preveem iniciar a imunização em janeiro, dois meses antes do previsto pelo programa do Ministério da Saúde. O Estado recebeu na quinta-feira 600 litros de matéria-prima da Coronavac que, segundo o Governo, darão origem a mais de 1 milhão de doses da vacina. Até fevereiro, a promessa é desenvolver 46 milhões de doses da vacina.

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