Qual é o limite dos gastos com animais de estimação?

O mercado pet está em alta e cada vez mais sofisticado para atender as necessidades de animais de estimação e seus proprietários. Spas, festas de aniversário, planos de saúde e televisão para cães e gatos são as novidades e cabe aos donos administrar as despesas no orçamento mensal com consciência.
As possibilidades para gastos são muitas, como acessórios, perfumes, roupas, brinquedos, acupuntura, viagens, hotéis, creches e até mesmo festas de aniversário e ensaios fotográficos. É preciso, no entanto, ter cuidado com esses gastos extras.
Especialistas em finanças salientam, de modo geral, considerar uma reserva financeira para imprevistos, como consultas médicas, remédios e possíveis internações.
O valor gasto com o animal tem de ser proporcional à condição financeira da família. O ideal é que no orçamento mensal estejam priorizados os sonhos da pessoa ou família e que o padrão de vida – até mesmo do animal de estimação – seja readequado após a poupança mensal para os objetivos de curto, médio e longo prazos.
Antes de gastar com itens considerados supérfluos, é importante suprir as necessidades básicas do animal, como alimentação adequada, higienização, vacinas e remédios, além de oferecer atenção e cuidado.
O faturamento total do mercado pet foi de R$ 18,9 bilhões em 2016, 4,9% maior do que o ano anterior, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet). O Brasil é o quarto maior país com animais de estimação, sendo o 2º em número de cães, gatos e aves canoras e ornamentais, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)