Teste de coronavírus ainda é escasso em farmácias, mas em laboratórios custa até R$ 350

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Após a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) autorizar que farmácias e drogarias realizem o teste rápido do Covid-19, o novo coronavírus, nesta segunda-feira (4) ainda é difícil encontrar estabelecimentos que realizem o exame em Campo Grande. Por outro lado, o teste está disponível em laboratórios e pode chegar a custar de R$ 210 a R$ 315.

A reportagem do Jornal Midiamax conversou com quatro rede farmacêuticas de Campo Grande e, em todas, ainda não é possível realizar o teste rápido. Duas redes informaram que o teste rápido está sendo feito apenas nas unidades do estado de São Paulo e ainda não há previsão para serem feitos em MS.

Já nos laboratórios é mais fácil ter acesso aos testes. Dois laboratórios localizados no centro da Capital realizam o teste rápido e o exame através da secreção. No Laboratório Sabin, localizado na Avenida Afonso Pena, três tipos de exames da doença estão disponíveis. Além dos dois citados, o teste pelo sangue também pode ser solicitado.

No entanto, apenas o teste rápido, que custa R$ 250, pode ser feito sem a prescrição médica. Os demais custam, R$ 300 (pelo sangue) e R$ 350 (teste pela secreção nasal).

Em outro laboratório, o Multilab, localizado na Rua Dom Aquino, 2339, o teste rápido custa R$ 210 e, assim como o laboratório anterior, é feito somente por agendamento. Mas por telefone, a atendente do estabelecimento explicou que para esta semana, não há mais horários disponíveis para a realização do exame.

No Labclin Análises Clínicas, localizado na Rua Mal. Rondon, 1964, tem apenas o exame feito através da secreção nasal e somente é realizado mediante pedido médico. O valor custa R$ 315 e é feito por ordem de chegada.

Autorização da Anvisa

Autorizada no dia 28 de abril pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), a realização de testes rápidos para diagnósticos do novo coronavírus (Covid-19) em farmácias e drogarias já estão liberados em Campo Grande. O exame pode identificar desde a presença do vírus até se a pessoa já tem os anticorpos necessários –isto é, o sistema imunológico preparado.

A liberação pela Anvisa foi feita temporariamente e em caráter excepcional, enquanto perdurar o estado de calamidade pública declarado por conta da Covid-19. Diretor-presidente da agência, Antônio Barra Torres afirma que a medida foi tomada para aumentar o acesso da população ao diagnóstico da doença, hoje realizado por meio de exames laboratoriais (RT-PCR) ou mesmo em sistema de drive-thru (IgG/IgM).

“O aumento do rol de estabelecimentos de Saúde realizadores de testes será uma estratégia útil na diminuição da aglomeração, bem como a diminuição pela procura de serviço médico em estabelecimentos da rede pública já altamente demandada”, afirmou Barra Torres. Os testes em farmácias serão do tipo rápido (IgG/IgM), havendo 33 kits de testagem já autorizados pela Anvisa.

Teste irregular

Apesar das liberações, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) anunciou nesta segunda-feira (4) que um laboratório foi fechado por atestar falso-positivo nos testes. A irregularidade foi comprovada e o estabelecimento, que não teve nome divulgado, precisará se adequar às normas sanitárias.

O Jornal Midiamax questionou a SES sobre quantos exames que atestaram positivo, mas na verdade o resultado era negativo, foram emitidos no Estado, e aguarda posicionamento.

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