Vendas de consórcios crescem no primeiro trimestre deste ano

O crescimento da oferta de imóveis e a alta taxa de juros para o consumidor, mesmo com a queda da taxa Selic, são o contexto ideal para os consumidores que planejam a aquisição de um imóvel por consórcio. Segundo informações divulgadas pelo Conselho de Política Monetária (Copom), do Banco Central, a taxa de crédito pessoal subiu 2,7%, nos dois primeiros meses de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017.
Além da taxa de juros, a grande oferta de novas residências também pode ser indicada como um fator que favorece a compra de imóveis por cotas de consórcio. De acordo com dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), de janeiro de 2017 a janeiro de 2018, foram lançadas 22,2% unidades residenciais a mais que no mesmo período de 2016 a 2017.
Para a coordenadora de Marketing da Realiza, Jessyca Vieira, os números demonstram que o consórcio se consolidou como uma forte opção para aquisição de bens no Brasil – a empresa tem 25 anos de atuação no mercado de consórcios.
“O consórcio se comporta, cada vez mais, como uma alternativa segura e acessível para aquisição de imóveis, já que possui parcelas sem juros e, portanto, mais baratas, que se adaptam melhor ao orçamento familiar dos brasileiros. Com o avanço da educação financeira, as famílias optam por programar a compra de sua casa própria com parcelas que ‘cabem no bolso’ e o consórcio tem se popularizado como reserva programada e ótima opção para realização desse sonho”, comenta.
Bancos
A expectativa é de que a comercialização de cotas de imóveis continue em alta nos próximos meses do ano. “Com bancos estatais reduzindo os financiamentos e aumentando os juros, e com a manutenção elevada dos juros oferecidos pelos bancos privados, a tendência é que o consórcio mantenha crescimento linear ou até supere nossas expectativas”, finaliza Jessyca.